sexta-feira, 13 de maio de 2011

VIRADA DO ANO EM FOZ DO IGUAÇU

Eu e meu namorado, na época, fomos passar a virada do ano de 2009/2010 em Foz do Iguaçu/PR. Você pode pensar: “o que tem para fazer em Foz para querer passar o ano novo lá, longe da praia?” Só a visão das Cataratas do Iguaçu já responderia a pergunta! Mas tem muita coisa legal para fazer, além disso.
Foz é uma cidade com uma infraestrutura super boa. Com vários hotéis e restaurantes de qualidade.









Você pode entrar nos viveiros e ficar bem próximo das aves.






































Também pode entrar no borboletário.

 Se você gostar tanto de animais e de fotografar quanto eu, reserve um dia só para esta atração.

  

Além deste parque, você pode visitar a Hidrelétrica de Itaipu (http://www.itaipu.gov.br/turismo-capa), maior usina geradora de energia do mundo. Existem dois tipos de visitação destinadas ao público em geral: circuito especial (permite a visita ao interior da barragem) e panorâmica. Nós fizemos esta última, até porque não tínhamos muito tempo livre. Vale a pena, ainda mais se você for na época em que a vazão de água está no máximo, como aconteceu conosco. 



Mas, sem dúvida, a grande atração de Foz são as Cataratas (http://www.cataratasdoiguacu.com.br/).




O bote indo em direção às quedas






No Parque existem muitas opções de passeios, então talvez um dia seja até pouco para fazer todos. O melhor que fizemos foi, sem dúvida, o Macuco Safári (http://www.macucosafari.com.br/home.html).Você vai num bote inflável até muito próximo das quedas d’água. É bem emocionante e ficamos completamente encharcados.









Você ainda pode ir até o Paraguai fazer compras. Afinal, quem resiste a uma bugiganga?? 
Nossa viagem foi ótima e para finalizar passamos a virada do ano num restaurante no lado argentino e depois num cassino onde tinha uma banda cover do Quenn tocando num deck em cima de uma piscina....totalmente surreal! Coisas que só uma viagem pode proporcionar!

Assoviando no aeroporto:  A Kind of Magic- Quenn





Indico como passeio imperdível o Parque das Aves (http://www.parquedasaves.com.br/v2/br.htm), maior parque de aves da América Latina. É de propriedade particular, fica próximo das Cataratas e funciona das 8:30h às 17:30h. Atualmente o ingresso custa R$ 18,00. Lá existem 900 tipos de aves de 150 espécies.
É simplesmente demais!

UMA DAS SETE MARAVILHAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Ilha Grande fica no Município de Angra dos Reis/RJ. Ficou em segundo lugar de uma votação feita em 2007, que elegeu as sete maravilhas do Rio de Janeiro, só perdendo para o Pão de Açúcar. Acho que desse não teria como ganhar mesmo! Possui mais de 100 praias, algumas cachoeiras e várias trilhas.
Fazia muito tempo que eu queria conhecer. Então este foi o destino escolhido para passar minhas férias em fevereiro de 2011. Fui com minha amiga Grasi. Ela foi um dia antes e marcamos de nos encontrar na rodoviária do RJ.
Chegando ao aeroporto do Galeão no RJ, peguei o ônibus, conhecido como frescão, e fui até a estação rodoviária Novo Rio (http://www.transportal.com.br/rodoviaria-novorio/) encontrar com a Grasi, onde pegamos o ônibus da companhia Costa Verde (http://www.costaverdetransportes.com.br/) com destino a Angra dos Reis. Só se chega de barco à Ilha Grande, que parte ou de Mangaratiba ou de Angra dos Reis. Para quem vem do Rio de Janeiro, Mangaratiba fica mais perto, mas nós optamos por ir até Angra porque tinham mais horários de ônibus e barcos. Em Angra pegamos um barco privado, porque o catamarã ia demorar para sair. Além do catamarã (oficial), que parte do Cais da Lapa/Estação Santa Luzia, localizado no centro, existem barcos particulares que fazem o trajeto. Estes não são informados nos sites oficiais da Ilha e você pode pegá-lo num outro porto que fica cerca de uns 600 metros de distância.
A viagem de barco dura cerca de uma hora. Você pode obter mais informações nos sites: http://ilhagrande.org/Ilha-Grande-Portal e http://www.ilhagrande.com.br/.
Ficamos na Pousada dos Meros (http://www.pousadadosmeros.com.br/site/index.html), na Vila do Abraão, que é onde estão quase todas as pousadas da Ilha. É simples mas com bom café da manhã e bem localizada.
Na Ilha não existem caixas eletrônicos, mas é aceito cartão de crédito na maioria dos estabelecimentos.
Sinceramente achei a infraestrutura turística precária, se comparado a outros destinos. O atendimento das agências de passeios deixa muito a desejar. Não sabem informar direito sobre as trilhas. Mas acredito que isto seja porque eles não possuem guias para as trilhas. Só vendem passeios de barco. Uma pena, porque a ilha é linda! Imagina se as agências fossem mais preparadas?!?!
A única recomendação para ir para lá é cuidar a previsão do tempo, porque com chuva não tem absolutamente nada para fazer. As trilhas ficam interditadas e os barcos não saem para os passeios.
Existem passeios de barco de volta à ilha, meia volta e para a Praia de Lopes Mendes, entre outros.
Para chegar a Lopes Mendes você vai descer na Praia do Pouso e caminhar por uma trilha por cerca de 20 minutos.

Praia do Pouso






Lopes Mendes foi eleita a praia mais bonita de Ilha Grande.







O passeio de volta à Ilha, que dura o dia todo, é o mais completo e inclui as praias de Caxadaço, Dois Rios, Parnaióca, Aventureiro, dos Meros, Lagoa Verde e Lagoa Azul.

Parnaióca











Na Paranaióca tem um rio que se encontra com o mar e proporciona um visual incrível. Com certeza esta é a praia mais bonita de Ilha Grande na minha opinião!


  
Parnaióca


   


Aventureiro
  
Dos Meros




Esta foi uma das melhores para tomar banho de mar...água bem calminha e transparente.










Lá tem trilhas de todos os níveis, inclusive a do Pico do Papagaio (982 metros), que dura cinco horas (três só de subida íngreme). Tem que ter preparo físico! Fizemos a trilha da Cachoeira da Feiticeira, que durou duas horas (quase só de subida).  Para voltar pegamos um barco táxi na praia da Feiticeira.

Cachoeira da Feiticeira
No nosso penúltimo dia na Ilha começou a chover sem parar e não podemos fazer a trilha para Dois Rios, que foi bem recomendada e onde fica o presídio Colônia Penal Cândido Mendes, que abrigou alguns presos políticos como Graciliano Ramos, que escreveu “Memórias de um cárcere”, detalhando sua experiência quando estava preso. Foi desativado em 1994. Esse passeio vai ficar para a próxima visita à Ilha Grande!  
                                                      
Assoviando no aeroporto: País Tropical – Jorge Ben Jor

“Moro num país tropical, abençoado por Deus
E bonito por natureza, mas que beleza
Em fevereiro (em fevereiro)
Tem carnaval (tem carnaval)...”





terça-feira, 10 de maio de 2011

VENEZUELA - UM PAÍS A SER DESCOBERTO!

Minha irmã, Fabiana, me convidou para viajar em junho de 2008. Ela queria mergulhar no mar Caribe e eu topei na hora. Queríamos utilizar as milhas da TAM e ela sugeriu Los Roques e eu: “onde?” Pois é, até então nunca tinha ouvido falar deste destino na Venezuela. Na hora fui pesquisar mais sobre este país, que não conhecia praticamente nada, confesso, a não ser que possuía a gasolina mais barata do mundo (R$ 0,07 o litro - acredite!) e que era governada por Hugo Chavez. Pesquisando descobri que lá existia a maior queda d’água do mundo, com 979 metros de altura. Emitimos os bilhetes para Caracas e lá fomos buscar informações de como chegar ao Parque Nacional de Canaima, localizado no Estado Bolívar e declarado patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1994, onde fica o Salto Angel http://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_%C3%81ngel).
Pernoitamos em Caracas e depois fomos até Ciudad Bolívar (591 km), sudeste do país, onde pegaríamos o avião até o Parque.

 Quando chegamos na pista do aeroporto fiquei perguntando para um homem onde estava o avião e ele: “está ali” e eu: “onde?” e ele: “ali” e apontava. Dá para imaginar minha cara quando vi a super aeronave que nos levaria ao Parque.
 Acho que era um monomotor, sei lá, pois não tinha nada de equipamentos. Acho que só uma bússola, que a Fabiana não tirava o olho, como se fosse adiantar alguma coisa! Nós estávamos sobrevoando a floresta no meio do nada e o avião era tão pequeno que pensei “se não morrer agora não morro tão cedo”!  A Fabiana foi com o piloto, que se achava o Tom Cruise em Top Gun- Ases Indomáveis, com óculos Ray Ban e tudo, e eu atrás com toda a comida que abasteceria os moradores do Parque. Não cabia mais nada nem ninguém. Durante o voo, que durou uma hora e meia, aconteciam umas “quedas” leves e depois minha irmã disse que era porque o piloto largava o manche para comer bolachas. Realmente não era a minha hora de deixar esse mundo! Sobrevivemos! E o pouso foi numa pista de terra minúscula.
Estava um pouco frio e quando achamos uma pousada para dormir (excursiones kavac - http://www.facebook.com/pages/EXCURSIONES-KAVAC-CA/194752095621) pensei em tomar um banho quente para repor as energias. Quando entrei no banheiro me deu um acesso de riso...jura que no meio da selva ia ter água quente! O chuveiro era um cano. Pelo menos a água era limpa!
Lá tem pousada de alto padrão, mas era muito cara. Então, se você tem como pagar pode ficar super bem acomodado.






Fomos conhecer as redondezas e nos deparamos com a Laguna de Canaima. Linda!!!!!! Depois fizemos um passeio de barco até umas cachoeiras.













No outro dia, acordamos cedo e fomos rumo ao Santo Angel. Um dos turistas, que era chinês, estava tão ansioso que ficava falando “jungle” toda hora...deve ter se sentido o Indiana Jones. A aventura só começava! Andamos 4 horas numa espécie de canoa sem apoio para as costas...e eu só pensava no meu dorflex na mochila!






Paramos no caminho para almoçar e esta era a vista do "restaurante"....


Ao chegarmos no acampamento, largamos as coisas e fomos caminhar até a queda d’água. Você pode perguntar se valeu a pena tanto esforço e eu digo, com toda certeza, “e se valeu!” a natureza quase intocada compensa qualquer sacrifício e olha o visual do Salto...



A queda é tão alta que não cabe na mesma foto















De volta ao acampamento, tomamos banho com a água captada do rio, jantamos cedo, porque a luz, fornecida por gerador, seria cortada às 19h, e fomos nos deitar na hamaca. Sim, dormimos em redes! E eu, claustrofóbica, perguntei se poderia dormir sem o “mosqueteiro”. O guia disse que sim, mas que podia aparecer algum bicho. Joguei o mosqueteiro em cima de mim na mesma hora e dormi, depois de tomar meu dorflex, claro. Na época estavam construindo alojamentos com beliches. Então, hoje, provavelmente, você não vai precisar dormir em rede para conhecer o Salto Angel. 

No outro dia iniciamos o retorno. No meio do caminho paramos numa reserva indígena da Tribo Pemón. Simplesmente incrível!  







As crianças ficaram loucas com a máquina fotográfica. Elas eram tão lindas e viviam tão isoladas. Dava vontade de trazer todas elas junto.




 

O Salto Angel é o único destino da Venezuela, se não me engano, incluído no livro “1000 lugares para conhecer antes de morrer”.
Essa foi a primeira e inesquecível parte da nossa viagem à Venezuela. Depois fomos rumo a Los Roques em busca de sombra, ou melhor, sol e água fresca...

Sabe aquelas fotos das propagandas de cartão de crédito, que a pessoa está de férias numa praia deserta, com aquele mar perfeito? Devem ter sido tiradas em Los Roques!
Para chegar a Los Roques, você tem que pegar um avião em Caracas. Quando fomos, duas companhias aéreas faziam o trajeto: Transaven e Aerotuy (http://www.tuy.com). Nós optamos pela primeira, porque era mais barata. Confesso que procurei na internet o contato desta campanhia e não encontrei. Nós tivemos muita dificuldade de encontrar informações sobre turismo na Venezuela pela internet, na época. Compramos a passagem lá no aeroporto de Caracas mesmo. Hoje você pode conseguir passagem pela Aerotuy por cerca de 278 Bolívar Forte Venezuelano, sem taxas, o que equivale a cerca de R$ 104,00. Claro que na alta temporada este preço vai às alturas. Então opte por ir na baixa temporada mesmo, se puder. Em junho o tempo estava ótimo e não tinha tanta gente. E ainda existem agências que fazem pacotes, como a freeway (http://www.freeway.tur.br/editor/web/verpagina.asp?cod=1&codm=0&lang=)
O voo durou uns 35 minutos e essa foi a minha primeira visão aérea do mar do Caribe:

Nada mal hein!


Los Roques é um arquipélago composto por 50 ilhas, sendo só uma habitada – Gran Roque. Foi declarado Parque Nacional em 1972 e, por esta razão, possui algumas restrições, como construção de grandes hotéis. Então em Gran Roque você não vai encontrar aqueles resort, comuns em outras praias do Caribe. Lá existem várias pousadas, de simples a sofisticadas. Nós paramos na La Cigala (http://www.lacigala.com), que era divina! Tinha uma área interna aberta super legal e nos quartos não tinha TV. Ideal para desligar de tudo mesmo. Esse é o objetivo em Los Roques. Se você for, vai entender. Lá não tem muitas lojas nem restaurantes porque a maioria das pousadas oferece pensão completa. Você pode optar entre meia pensão (café e almoço) e pensão completa, que inclui a janta. Na época pagamos um pouco mais de 100 dólares por pessoa a diária para pensão completa. Também não tinha vida noturna. Então se você for baladeiro talvez não se adapte a este destino.



Madrisqui




O dia em Los Roques se resume a ir à praia. Você pode achar pouco, mas depois de ver o mar vai achar que já está de bom tamanho passar o dia só curtindo o sol e a água, que tem todas as tonalidades de azul.








Vou tentar resumir um dia lá: você acorda, toma o café da manhã, sua pousada prepara seu almoço e coloca numa espécie de lancheira gigante com as bebidas. Daí você vai até um barco e escolhe a praia que vai querer passar o dia.




Nas praias mais próximas, como Madrisqui, Crasqui e Francisqui, o valor do barco estava incluído na diária da pousada. Daí o cara do barco monta seu guarda sol, arruma sua cadeira, deixa sua lancheira, combina um horário para voltar para buscá-lo e vai embora. Você fica ali, só curtindo o mar o dia todo.



Cayo de Agua








O por de sol também não deixa nada a desejar


Deve ser por isso que Los Roques é um dos destinos mais procurados para lua de mel. Mas se você não tiver uma companhia amorosa, não deixe de ir. Eu fui com minha irmã e nem por isso deixei de aproveitar. Ela disse que eu parecia uma retardada olhando para o mar. Também, nunca tinha visto o mar do Caribe e, hoje, depois de conhecer alguns outros lugares no Caribe, posso dizer que faria a mesma cara, porque, com certeza, Los Roques tem o mar mais espetacular de todos os que conheci. Então, se você está na dúvida de qual lugar conhecer no Caribe...eu digo com todas as letras: ESCOLHA LOS ROQUES, pois não irá se arrepender!  

Assoviando em aeroporto: Sonífera Ilha - titãs


segunda-feira, 9 de maio de 2011

FERNANDO DE NORONHA...O PARAÍSO!

Este não foi meu primeiro destino, mas com certeza foi meu preferido! E, por isso, começo por ele.
Quando Américo Vespúcio descobriu Fernando de Noronha, em 1503, ele declarou: “o paraíso é aqui”.
Existe algo naquela ilha que transcende qualquer outro lugar! É simplesmente mágico!
Em fevereiro de 2007 embarquei num voo da Varig com destino ao paraíso. Minha primeira viagem sozinha. Quando estava chegando, o comandante da aeronave disse mais ou menos assim “os passageiros que estiverem sentados no lado esquerdo da aeronave poderão observar o Morro Dois Irmãos logo abaixo”...e eu, sortuda, estava sentada no lado esquerdo. Quando vi aqueles morros pequenininhos lá embaixo meus olhos se encheram de lágrimas. Um sonho finalmente realizado!
Gol/Varig e Trip (em parceria com a TAM) vão a Noronha. Se você for usar milhas, reserve com muita antecedência, pois é um destino concorrido. De fato, a passagem aérea é o maior gasto para conhecer este paraíso, já que existem hospedagens para todos os bolsos. Lá as pousadas são classificadas por “golfinhos”...um golfinho, dois golfinhos, etc. Fiquei hospedada na Pousada Del Mares (pousadadelmares@hotmail.com), que fica bem no centro, na chamada Vila dos Remédios. Ótimo custo benefício! Na época a diária era R$ 90,00. No site oficial da Ilha tem indicações de hospedagem:  http://www.noronha.pe.gov.br/. As chamadas pousadas domiciliares, como a Del Mares, são bem mais em conta.
Também deve ser paga uma taxa de preservação, que aumenta progressivamente de acordo com a quantidade de dias de permanência na ilha (http://www.noronha.com.br/taxa.htm). Aconselho pagá-la pela internet antes de chegar, porque evitará que você fique numa fila no aeroporto. E garanto que quando você colocar os pés no solo, vai querer sair correndo pra ver o mar!
Você pode se locomover basicamente de três maneiras em Noronha – a pé, de buggy ou numa espécie de van. Lá existe a menor BR do Brasil (cerca de 7 km) e a van faz este percurso. Se não quiser gastar muito opte pela van, o que eu fiz. Agora, se você preferir a comodidade opte, sem dúvida, por alugar um buggy. Facilita muito a vida, já que a van só circula pela BR, que é asfaltada, e para chegar à maioria das praias é necessário caminhar, a partir da BR, por trilhas de estradas de chão.
Em Noronha, estão as três praias eleitas como as mais belas do Brasil. Isso mesmo! As três primeiras são de lá...Baía do Sancho, Baía dos Porcos e Praia do Leão, nesta ordem.

Baía do Sancho (a mais bela de todas) - praia cujo único acesso por terra ocorre através de uma escada de ferro, que fica entre rochas.














Alguma dúvida de que esta é a mais bela praia brasileira?????














Baía dos Porcos - 2ª mais bela praia do Brasil



Praia do Leão - a terceira


A praia do Leão é a mais extensa do arquipélago de Noronha e é onde mais ocorre desova de tartarugas.











O ideal é ficar pelo menos 6 dias para conhecer bem todas as praias. Mas se você não puder ficar tanto tempo, opte por conhecer essas três praias, no mínimo. Eu ainda colocaria na lista a Praia Sueste, onde se pode mergulhar com tartarugas! Elas ficam nadando do teu lado e parece que ficam rindo pra ti! É maravilhoso! Eu tomei muita água porque eu ria também. Sim, vocês vão perceber pelos meus relatos que sou fascinada por animais (nem todos, claro)! Às vezes sou sem noção até! Ah, como eu quis me atirar do barco e nadar com um golfinho!! Consegui fazer isso só em Isla Mujeres no México, com o Júpiter, mas daí ele era treinado pra isso né...não tem a mesma emoção!
Todos os passeios são imperdíveis e o melhor é que você pode fazer quase tudo sozinho, sem guia. As trilhas para as praias são bem sinalizadas. Há necessidade de agendamento para ir à Atalaia, uma espécie de aquário natural que se forma quando a maré baixa. Lá eu nadei com um tubarão limão, que pelo tamanho parecia ser um filhote. Eu comecei a persegui-lo e percebi que ele já estava ficando sem paciência.Viu, eu disse que era sem noção. Mas ele era tão lindo e também parecia que ria pra mim! Também, morando no paraíso, deve ser fácil sorrir! 
Existem algumas trilhas ao redor da ilha, que também necessitam de guia, como a Trilha da Caieira (4 horas de duração). Vale a pena porque é a única maneira de conhecer esta parte da Ilha. Mas recomendo só se você tiver dias sobrando. Há um passeio de barco que vai até o extremo da ilha onde fica a pedra furada, que também recomendo. Também é necessário contratar o passeio de barco para ver os golfinhos. Os guias não garantem que você irá ver algum, mas eu tive sorte e vi vários!

Atobás


Noronha é sinônimo de natureza exuberante por todos os lados. Os animais convivem pacificamente e você pode chegar muito perto deles, desde que os respeite.


Viuvinha

Noivinha
De dezembro a março é a época de ondas em Noronha...e que ondas! que o diga o rapaz da foto que perdeu sua prancha! Em fevereiro tem etapa de campeonato de surf na Cacimba do Padre, onde ficam os Dois Irmãos. Então se você curte um mar de águas calminhas, vá de agosto a novembro, que também é a época preferida dos mergulhadores.





















Todos os dias às 20h existem palestras com um tema diferente na sede do Projeto Tamar. É o Jornal Nacional deles. São todas gratuitas!
E outro “passeio” imperdível é assistir o por do sol no mirante do Boldró. O mais lindo que já vi! Também pode ser observado no Forte Nossa Senhora dos Remédios.


Visão do Forte N. S. dos Remédios









Visão do Mirante do Boldró













Alimentação não é tão cara quanto se possa imaginar. Existem vários tipos de restaurantes, desde sushi à açaí! Uma opção em conta é o restaurante Flamboyant, que fica numa praça com o mesmo nome e tem comida a quilo.  Mas um lugar imperdível e também um pouco mais caro é o restaurante da pousada Zé Maria. Experimente a lasanha de camarão aos três queijos....divina! E lá também tem o famoso festival gastronômico que, quando fui, ocorria nas quartas e sábados. É um festival de frutos do mar. Um prato melhor que o outro...é de sair rolando! Necessita fazer reserva (http://www.pousadazemaria.com.br/restaurante.htm)
No último dia na Ilha eu tinha certeza de que voltaria e assim o fiz em 2009. Lá estava eu novamente no paraíso. Nesta outra vez fui acompanhada e foi igualmente maravilhoso. Hospedei-me na Pousada Sueste (http://www.pousadasueste.com.br/). Excelente e fica muito próxima à praia do Sueste, mas longe do centrinho. Então, o ideal é alugar um buggy se quiser ficar lá. As panelinhas de chocolate do café da manhã são inesquecíveis!
Enfim, Noronha é o lugar perfeito tanto para viajar sozinha como acompanhada! É o lugar perfeito para sonhar! Espero voltar em breve!

Assoviando no aeroporto: “somewhere over the rainbow” – Israel Kamakawiwo’ole

“...somewhere over the rainbow                        "...em algum lugar além do arco-íris,
Blue birds fly                                                      Pássaros azuis voam
And the dreams that you dream of                      E os sonhos que você sonhou  
Dreams really do come true…”                           Sonhos realmente se tornam realidade..."